Akross
Profit Place
Contexto e problema
Profit Place é um produto complexo que atua como um ecossistema de gerenciamento de assinaturas de serviços digitais, conectando provedores de serviços (como streamings, jogos e ferramentas digitais) com parceiros (empresas de telecom, fintechs e provedores de internet) em um ciclo de vida completo do cliente — desde integração até configuração de serviços e visualização de resultados.
O grande desafio desse projeto era que o produto:
Tinha regras de negócio pouco claras, dificultando a compreensão de fluxos e interfaces;
Sofria interferências recorrentes de stakeholders não familiarizados com processos de ideação e design estruturado, gerando retrabalho;
Precisava ser adaptável a diferentes modos de integração, atendendo perfis variados de parceiros e provedores sem comprometer eficiência.



Meu papel
Como Product Designer, minha responsabilidade foi orientar o projeto através do entendimento profundo dos desafios existentes, entregar uma solução que tornasse o Profit Place mais claro e utilizável, e ao mesmo tempo incentivar o time a adotar processos de design que favorecessem decisões coesas e colaborativas.
Como Product Designer, minha responsabilidade foi orientar o projeto através do entendimento profundo dos desafios existentes, entregar uma solução que tornasse o Profit Place mais claro e utilizável, e ao mesmo tempo incentivar o time a adotar processos de design que favorecessem decisões coesas e colaborativas.
Processo
Para enfrentar essas complexidades, eu conduzi um trabalho de forma iterativa, baseado nos seguintes passos principais:
1. Entendimento e análise de regras de negócio
Mergulhei nas lógicas existentes do produto discutindo diretamente com times técnicos e de negócios para mapear onde o entendimento estava fragmentado e como isso impactava a experiência do usuário interno (por exemplo: desenvolvedores, times de integração).
2. Identificação de pontos críticos
Mapeei dois problemas centrais:
a necessidade de interfaces que acelerassem e facilitassem as integrações entre provedores e parceiros;
a falta de compartilhamento claro de fluxos entre múltiplos stakeholders, dificultando configurações e aprovações de forma integrada.
3. Entrevistas com usuários e equipes
Realizei entrevistas com usuários internos (equipe técnica e stakeholders) para coletar insights qualitativos sobre uso, dores e sugestões de melhoria. Esses encontros foram fundamentais para validar hipóteses e priorizar esforços de design.
4. Colaboração e alinhamento com times técnicos
Trabalhei lado a lado com desenvolvedores e product owners para alinhar soluções viáveis e priorizar clareza de fluxos, reduzindo ambiguidades nas interações do produto.
Para enfrentar essas complexidades, eu conduzi um trabalho de forma iterativa, baseado nos seguintes passos principais:
1. Entendimento e análise de regras de negócio
Mergulhei nas lógicas existentes do produto discutindo diretamente com times técnicos e de negócios para mapear onde o entendimento estava fragmentado e como isso impactava a experiência do usuário interno (por exemplo: desenvolvedores, times de integração).
2. Identificação de pontos críticos
Mapeei dois problemas centrais:
a necessidade de interfaces que acelerassem e facilitassem as integrações entre provedores e parceiros;
a falta de compartilhamento claro de fluxos entre múltiplos stakeholders, dificultando configurações e aprovações de forma integrada.
3. Entrevistas com usuários e equipes
Realizei entrevistas com usuários internos (equipe técnica e stakeholders) para coletar insights qualitativos sobre uso, dores e sugestões de melhoria. Esses encontros foram fundamentais para validar hipóteses e priorizar esforços de design.
4. Colaboração e alinhamento com times técnicos
Trabalhei lado a lado com desenvolvedores e product owners para alinhar soluções viáveis e priorizar clareza de fluxos, reduzindo ambiguidades nas interações do produto.








Decisões de design
Pontos críticos
As principais decisões que guiaram o refinamento do produto foram:
Priorização da clareza de regras e caminhos para reduzir abstração desnecessária — garantindo que as integrações pudessem ser interpretadas facilmente por times técnicos e de negócios.
Centralização de fluxos compartilhados para permitir que vários stakeholders consigam ver e ajustar configurações num só lugar, sem fragmentar tarefas. ju.framer.website
Criação de artefatos compartilháveis para fomentar alinhamento entre áreas e reduzir ruídos de entendimento que vinham atrapalhando implementações.
As principais decisões que guiaram o refinamento do produto foram:
Priorização da clareza de regras e caminhos para reduzir abstração desnecessária — garantindo que as integrações pudessem ser interpretadas facilmente por times técnicos e de negócios.
Centralização de fluxos compartilhados para permitir que vários stakeholders consigam ver e ajustar configurações num só lugar, sem fragmentar tarefas. ju.framer.website
Criação de artefatos compartilháveis para fomentar alinhamento entre áreas e reduzir ruídos de entendimento que vinham atrapalhando implementações.
Entendimento das regras de negócio
Um produto totalmente desenvolvido no Back-End com regras de negócio pouco claras e que exigiam um nível de abstração muito grande para o desenvolvimento dos fluxos e interfaces
Compreensão da necessidade de design dentro do projeto
O projeto sofria inúmeras interferências de stakeholders da diretoria que não estavam habituados a trabalhar com processos de ideação
Resultados
Redução de tempo
Reduzi 75% do tempo de configuração das integrações por parte dos desenvolvedores
Realização de entrevistas com usuário e equipes
Realizei de +10 de entrevistas de usuário com a equipe técnica para melhorar a usabilidade da interface do produto interno


Impacto
Com essas mudanças, o projeto alcançou:
Redução de 75% no tempo de configuração de integrações, tornando o processo mais rápido e menos sujeito a erros ou retrabalho por parte dos desenvolvedores.
Melhoria da comunicação entre times, com entrevistas e artefatos usados como fonte de verdade durante o desenvolvimento.
Interfaces mais claras e adaptáveis, alinhadas às necessidades de diversos tipos de usuários do produto (parceiros e provedores).
Mesmo sem métricas externas ao time (por NDAs ou limitações da empresa), esses resultados internos foram percebidos como ganhos significativos na eficiência dos ciclos de integração e implementação.


Aprendizados
Trabalhar no Profit Place reforçou que em produtos altamente técnicos:
Capturar e traduzir regras de negócio em interfaces claras é tão relevante quanto a própria execução visual do design;
Edição contínua de hipóteses com usuários internos acelera decisões e evita suposições de design equivocadas;
Processos de ideação compartilhados ajudam times não acostumados a design a entender e valorizar o impacto da disciplina no produto.
Esse case consolidou minha habilidade de atuar em contextos complexos, lidando com múltiplos stakeholders e traduzindo complexidade em direção estratégica e soluções tangíveis.
Trabalhar no Profit Place reforçou que em produtos altamente técnicos:
Capturar e traduzir regras de negócio em interfaces claras é tão relevante quanto a própria execução visual do design;
Edição contínua de hipóteses com usuários internos acelera decisões e evita suposições de design equivocadas;
Processos de ideação compartilhados ajudam times não acostumados a design a entender e valorizar o impacto da disciplina no produto.
Esse case consolidou minha habilidade de atuar em contextos complexos, lidando com múltiplos stakeholders e traduzindo complexidade em direção estratégica e soluções tangíveis.